Qualiti Hospitalar - Qualificação da atenção e gestão hospitalar, com foco nas ferramentas de segurança do paciente/gestão da clínica
Hospital do Coração

Qualiti Hospitalar - Qualificação da atenção e gestão hospitalar, com foco nas ferramentas de segurança do paciente/gestão da clínica
Qualiti Hospitalar
2018-2020

Qualiti Hospitalar - Qualificação da atenção e gestão hospitalar, com foco nas ferramentas de segurança do paciente/gestão da clínica
Resumo
A segurança do paciente é um tema de discussão mundial, as estatísticas de danos oscilam entre 10,9 e 56%, estes pacientes estão expostos a eventos não desejáveis tais como: cirurgia em local errado, infecções, falhas no uso de medicamentos potencialmente perigosos, queda, etc. A prevenção dos danos ao paciente ocorre com a implantação de boas práticas, o monitoramento dessas, a revisão e adequação dos processos.

Estatísticas mundiais demonstram que eventos não desejáveis como, cirurgia em local errado, infecções, falhas no uso de medicamentos potencialmente perigosos, queda com óbitos em pacientes internados ainda acontecem todos os dias nos hospitais. Esse projeto auxilia os hospitais a organizar seus processos para que os eventos diminuam ou deixem de acontecer.

O projeto Qualiti Hospitalar oferece suporte às lideranças na implantação dos protocolos de segurança do paciente e nos processos do fluxo de atendimento em protocolos clínicos e assistenciais.

É um projeto de intervenção, e está presente em 12 hospitais nos Estados do Amapá, Rondônia e Mato Grosso do Sul. O projeto tem como referencial metodológico o “Modelo de Melhoria”, que com a utilização de ferramentas e método específico auxilia na realização das mudanças necessárias nestes hospitais. O público participante são os profissionais que compõe a equipe de saúde e coordenações de áreas como núcleo de segurança do paciente, serviço de controle de infecção, educação permanente além de profissionais da assistência.

As etapas são: Aplicação de Questionário para avaliação das instituições; Análise critica dos resultados; Visita Técnica e Diagnóstica; Oficinas para Capacitação Técnica/Científica; Visitas de apoio nas instituições e Monitoramento.

 


Neste projeto estão envolvidos o Departamento de Atenção Hospitalar e de Urgência (DAHU/Coordenação Geral de Atenção Hospitalar (CGHOSP), o Hospital do Coração e as equipes dos 12 hospitais participantes.

As etapas concluídas: aplicação do questionário, análise critica dos resultados, visita técnica e diagnóstica e realização da 1ªOficina para capacitação Técnica/Cientifica.

Na análise dos resultados, há uma fragilidade nestes hospitais com relação aos protocolos de segurança do paciente, considerando que um Protocolo de Segurança implantado é caracterizado como: escrito e disponível para os colaboradores, equipe treinada e monitoramento sendo realizado.

Na análise dos resultados, há uma fragilidade nestes hospitais com relação aos protocolos de segurança do paciente, considerando que um Protocolo de Segurança implantado é caracterizado como: escrito, disponível para os colaboradores, equipe treinada e monitoramento sendo realizado. O grau de implementação dos protocolos nos 12 hospitais participantes, conforme segue: identificação do Paciente = 9,09%; Medicamento Alta Vigilância = 0%; Cirurgia Segura = 0%; Lavagem de Mãos = 27,27; Queda 18,18% e Lesão Por pressão =0%.


Introdução

A segurança do paciente é um tema de discussão mundial e são muitos os desafios para redução dos riscos e diminuir o dano referente ao cuidado prestado.

Os danos aos pacientes são considerados eventos não desejáveis advindo da assistência de forma não intencional. Há diversas publicações sobre este tema, as estatísticas de danos oscilam entre 10,9 e 56%, estes pacientes sofrem danos ocasionados pelo cuidado recebido, sejam cuidado cirúrgico, na prevenção de infecções, no uso de medicamentos, etc.

O Brasil apoia o movimento da Aliança Mundial pela Segurança do Paciente. O Ministério da Saúde em 2013 institui o Programa Nacional de Segurança do Paciente e a ANVISA publica a RDC nº36 de julho de 2013 que determina as ações necessárias para segurança do paciente nos serviços de saúde com propostas de medidas estratégicas para reduzir os riscos e diminuir os danos relacionados à prestação do cuidado.


Estatísticas mundiais demonstram que eventos não desejáveis como falhas na identificação de pacientes, cirurgia em local errado, infecções, falhas no uso de medicamentos potencialmente perigosos, queda com óbitos principalmente na população idosa ainda acontecem todos os dias nas organizações de saúde, apesar das legislações determinarem a implantação de medidas básicas de segurança do paciente.

No Brasil existem algumas iniciativas do Ministério da Saúde em levantar as ocorrências dos eventos, porém nem todos os hospitais realizam as medidas de controle e o monitoramento dos eventos. Nesse sentido, o projeto Qualiti Hospitalar visa oferecer suporte as lideranças na implantação dos protocolos de segurança e nos processos do fluxo de atendimento em protocolos clínicos e assistenciais.


O projeto Qualiti Hospitalar oferece suporte às lideranças na implantação dos protocolos de segurança do paciente e nos processos do fluxo de atendimento em protocolos clínicos e assistenciais.


Métodos

O Projeto Qualiti Hospitalar é um projeto de intervenção, e está presente em 12 hospitais nos Estados do Amapá, Rondônia e Mato Grosso do Sul. O projeto tem como referencial metodológico o “Modelo de Melhoria”, que com a utilização de ferramentas e método específico auxilia na realização das mudanças necessárias nestes hospitais. O público participante são os profissionais que compõe a equipe de saúde e coordenações de áreas como núcleo de segurança do paciente, serviço de controle de infecção, educação permanente além de profissionais da assistência.

As etapas são:

  • Aplicação de Questionário para avaliação das instituições por meio de uma plataforma digital.

O questionário foi elaborado por um time de especialistas, envolvendo questões de estrutura e (física, recursos humanos) processos que abrangem qualidade, segurança e seu monitoramento.

  • Análise crítica dos resultados

Etapa em que os dados são exportados, estratificados e analisados internamente para iniciar o planejamento das visitas de diagnóstico.

  • Visita Técnica e Diagnóstica

Etapa de avaliação dos serviços e áreas dos hospitais com foco nos indicadores dos protocolos de segurança do paciente e protocolos clínicos, seus resultados e se há oportunidade de melhoria, avalia o que é exequível frente ao contexto organizacional. A partir da visita técnica e diagnóstica, a instituição estrutura o plano de ação.

  • Oficinas para Capacitação Técnica/Científica

Tem a finalidade de aperfeiçoar as equipes no uso de ferramentas de qualidade, compreender métodos de implementação de mudanças e estrutura dos protocolos e seu monitoramento.

  • Visitas de apoio nas instituições

Realizadas com objetivo de orientar e esclarecer dúvidas no método e o acompanhamento na implantação dos processos.

  • Monitoramento

Realizadas com objetivo de acompanhar a execução do projeto e avaliar o alcance dos resultados e metas, ocorre in loco com as secretarias de saúde, diretores dos hospitais e área técnica do Ministério da Saúde.



Resultados

No Projeto Qualiti, as etapas concluídas conforme segue: aplicação do questionário, análise critica dos resultados, visita técnica e diagnóstica, realização da 1ªOficina para capacitação Técnica/Cientifica, com 143 lideranças participantes nos três estados.

O primeiro ciclo de visitas de monitoramento nos estados de Amapá e Mato Grosso do Sul, foram realizadas. No estado de Rondônia está programada para o mês de junho.

Os hospitais já estão com as equipes formadas e direcionadas para atividades relacionadas aos protocolos de segurança. A coleta de dados para avaliarem como estão e calcularem as respectivas metas está em andamento, foi necessária a revisão da metodologia de coleta de dados com os hospitais.


Na análise dos resultados, há uma fragilidade nestes hospitais com relação aos protocolos de segurança do paciente, considerando que um Protocolo de Segurança implantado é caracterizado como: escrito e disponível para os colaboradores, equipe treinada e monitoramento sendo realizado. 

O grau de implementação dos protocolos nos 12 hospitais participantes, conforme segue: identificação do Paciente = 9,09%; Medicamento Alta Vigilância = 0%; Cirurgia Segura = 0%; Lavagem de Mãos = 27,27; Queda 18,18% e Lesão Por pressão =0%.



Liderança

Bernardete Weber - Associação Beneficente Síria - Hospital do Coração - HCor, São Paulo, SP, http://lattes.cnpq.br/0961819677749530


Gizelda Monteiro da Silva - Associação Beneficente Síria - Hospital do Coração - HCor, São Paulo, SP, http://lattes.cnpq.br/2505797172646870

Equipe

Cristiana Martins Prandini - Associação Beneficente Síria - Hospital do Coração - HCor, São Paulo, SP - http://lattes.cnpq.br/2592336058988572


Andrea Keiko Gushken - Associação Beneficente Síria - Hospital do Coração - HCor, São Paulo, SP - http://lattes.cnpq.br/5805735055806414

Colaboração

Hospital da Vida - Dourados/MS

Hospital Evangélico - Dourados/MS

Associação de Amparo a Maternidade e Infância - Campo Grande/MS

Hospital Regional do Mato Grosso do Sul - Campo Grande/MS

Hospital Universitário Maria Aparecida Pedrossian - Campo Grande/MS

Centro de Medicina Tropical de Rondônia - Porto Velho/ RO

Hospital Estadual e Pronto Socorro João Paulo II - Porto Velho/ RO

Hospital Infantil Cosme e Damião de Porto Velho - Porto Velho/RO

Hospital da Criança e do Adolescente - Macapá/ AP

Hospital da Mulher Mãe Luzia - Macapá/AP

Hospital Estadual de Santana - Macapá/AP

Hospital de Clínicas - Macapá/AP

Área Técnica
Coordenação-Geral de Atenção Hospitalar / Departamento de Atenção Hospitalar e de Urgência / Secretaria de Atenção a Saúde / Ministério da Saúde (CGHOSP/DAHU/SAS/MS)

INDICADORES

CONHEÇA OUTROS PROJETOS
Processando